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O Desafio do Passinho

O Desafio do Passinho é um concurso de dança em um formato teórico-prático, direcionado para unidades escolares e instituições que atendam ao público infantojuvenil e que estejam entorno, principalmente de ambientes de vulnerabilidade, tais como: favelas, áreas marginalizadas e regiões periféricas. Utiliza como ferramenta pedagógica a dança Passinho interligando-se aos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). A finalidade é promover a aprendizagem e contribuir no sentido de dirimir as dificuldades de alfabetização, distorção idade/ano de escolarização, socialização e de reconhecimento de suas potencialidades, utilizando o ritmo do Funk e dança Passinho como forma de expressão corporal e sociocultural, no ambiente escolar com a temática, proporcionando diversão e aprendizagem, onde os professores e convidados trabalham com o tema Funk em atividades multidisciplinares durante as aulas.

A Dança do Passinho na Confluência entre Comunicação, Arte e Cidade

Pesquisa realizada no Curso de Pós Graduação em Cultura e Territorialiedade - UFF

O presente trabalho analisa as concepções da dança Passinho pela confluência entre as Redes Sociais, Arte e Cidade, e quais as relações entre os (as) dançarinos (as), a produção artística e a territorialidade na produção de um fenômeno artístico. Desta forma, pretende-se identificar como estes têm contribuído na construção de saberes pelos espaços da cidade, frente a pluralidade cultural e a efervescência dos atuais processos de legitimação da arte urbana, através da sociabilidade entre os jovens cariocas, por meio da arte e cultura, que geram desenvolvimentos e transformações sociais, resultando em disputas de ressignificação social. Entendendo a dança como uma das formas de comunicação social, deduz-se que o fenômeno Passinho seja uma das ferramentas que jovens negros de áreas de favelas, subúrbios e periferias estejam tendo como meio de se expressar e disputar as narrativas que os representam nas grandes mídias, construindo categorias, termos e vocabulários que auxiliam na estruturação na resolução de suas demandas, contribuindo na formação das sociedades contemporâneas, perfazendo os novos modos de produção artística, cultural e política.
 

Bonde do Jack

Somos uma comunidade espalhada pelo Rio de Janeiro e um coletivo de dançarinos e DJ’s que une diversão e resistência cultural. Temos o objetivo de nos tornar um movimento cultural que une arte e entretenimento através da música, dança, produção artística e debates sobre a cultura House na cidade do Rio de Janeiro. Conjuntamente, criamos uma plataforma sustentável para o desenvolvimento de projetos afins a esta cultura, resultando na oferta ao público de uma experiência ímpar, unindo o chão (dança), coração (sentimentos e sensações) e a atmosfera (música). Temos a afrocentralidade como premissa e tema de discussão, uma reverência aos nossos ancestrais e ao continente africano como a terra de origem. Somos um coletivo horizontal onde não há só uma liderança, nos organizando por tarefas. Realizamos festas, workshops, encontros e treinos. Nossa intenção é retomar a cena House que já esteve presente na cidade, aprofundá-la, fazendo ligação e intercâmbio entre diversos grupos do cenário nacional e do mundo. 

Bonde é uma referência aos grupos juvenis da cultura Funk Carioca e Jack ao início da música House e ao brinquedo (Jack in the Box) que inspirou um dos principais movimentos da dança House.

Galeria Providência

Um projeto de intervenções artísticas e ativação cultural no Morro da Providência.

A partir da pintura de murais de arte urbana, o Morro da Providência é reconhecido também como um lugar para a difusão de diferentes linguagens artísticas, discussões sobre a cidade, troca de saberes e memória. O projeto objetiva o reconhecimento da favela como parte integrante da cidade, estímulo da economia do local e a melhoraria das condições de vida de quem vive no morro.

Idealizado por Hugo Oliveira, objetivo é transformar partes estratégicas do Morro da Providência em galeria de arte a céu aberto, em edições contínuas, resgatando assim autoestima dos moradores, gerando estímulos para o comércio local, atraindo turistas e promovendo a conexão com os painéis de grafite produzidos na Orla Conde.

 

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